PROJETO REVISTA LEGO

Nas cidades, a qualidade de vida é medida não só pelos índices de
poluição sonora, atmosférica, do solo, pela qualidade da água e dos alimentos,
mas também pelos índices de poluição visual.
Entende-se por poluição visual a degradação da qualidade ambiental
resultante de atividade que direta e indiretamente afete as condições estéticas
do meio ambiente urbano ou rural. Em outras palavras, consiste na proliferação
indiscriminada de outdoors, cartazes, neon, letreiros e formas diversas de
propaganda e outros fatores que causem prejuízos à paisagem urbana local.
A poluição visual, a despeito de nem sempre receber a atenção
merecida do Poder Público, tem como resultado a deterioração dos espaços da
cidade, a dificultação ou impedimento da percepção de espaços na cidade.
O recobrimento das fachadas de edifícios por anúncios, cada vez
maiores e em grande quantidade, mascara a identidade dos espaços das cidades,
tornando-os todos iguais, escondendo os marcos referenciais, que fazem com que
as cidades se diferenciem umas das outras,
A poluição visual, além de contribuir para a perda da identidade
das cidades, compromete a segurança dos cidadãos ao prejudicar a sinalização de
trânsito e tirar a concentração de pedestres e motoristas, contribuindo para o
aumento de acidentes de trânsito.
Por fim, há que se considerar que a poluição visual compromete a
saúde da população, na medida em que afeta a qualidade de vida das pessoas, sua
saúde, segurança e bem estar, pois assim como a poluição sonora, atmosférica,
da água, e dos alimentos, produz graves males, tais como stress, fadiga,
ansiedade e há na literatura até mesmo a hipótese de desencadeamento de
depressão.
Sob a ótica do comerciante também há prejuízos, eis que a
utilização descontrolada de placas e outdoors anula a própria intenção da
propaganda. Já há estudos apontando que quando o olho humano é submetido a
descarga muito grande de informação ele acaba se treinando para não se fixar em
nada, ignorando o teor das informações, fenômeno que a psicologia denomina de
"saturação de estímulo". Dessa forma, o efeito pretendido pela
propaganda acaba sendo o inverso.
Diante de todas as desvantagens e prejuízos impostos à sociedade
pela poluição visual, há que se chamar a atenção da sociedade para que exija
medidas urgentes de fiscalização por parte do Poder Público, bem como de
regulação da questão, não de forma simbólica, mas efetiva, para que o Distrito
Federal seja preservado para a presente e futuras gerações, e em última
instância, a qualidade de vida de seus habitantes, consoante o disposto na
Constituição Federal vigente e no Estatuto da Cidade.Fonte:
www.clicabrasilia.com.br
Dá-se o nome de poluição visual o excesso de elementos ligados à
comunicação visual (como cartazes, anúncios, propagandas, banners, totens,
placas, etc.) dispostos em ambientes urbanos, especialmente em centros
comerciais e de serviços. Acredita-se que, além de promover o desconforto
espacial e visual daqueles que transitam por estes locais, este excesso
prejudica o visual das cidades modernas, desvalorizando-as e tornando-as apenas
um espaço de promoção do fetiche e das trocas comerciais capitalistas.
Acredita-se que o problema, porém, não é a existência da propaganda, mas o seu
descontrole.
Além disso, nos grandes centros, a poluição visual sofre a influência
de outros tipos de poluição tais como: do ar, das águas e a poluição luminosa.
A poluição visual degrada os centros urbanos pela não coerência
com a fachada das edificações, pela falta de harmonia de anúncios, logotipos e
propagandas que concorrem pela atenção do espectador, causando prejuízo a
outros, etc. O indivíduo perde, em um certo sentido, a sua cidadania (no
sentido de que ele é um agente que participa ativamente da dinâmica da cidade)
para se tornar apenas um espectador e consumidor, envolvido na efemeridade dos
fenômenos de massas.
A profusão da propaganda na paisagem urbana pode ser considerada
uma característica da cultura de massas pós-moderna.
Certos municípios, quando tentam revitalizar regiões degradadas
pela violência e pelos diversos tipos de poluição, baixam normas contra a
poluição visual, determinando que as lojas e outros geradores desse tipo de
poluição mudem suas fachadas a fim de tornar a cidade mais harmônica e bonita
aos olhos.
Fonte: www.imasters.com.br





Escola:- Monteiro Lobato
COC Franca

Aluno:- João Marcos
4ª Série B (5º Ano)
Matéria:- CDLP
Professora:- Roseli